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Love of my life


Love

“(…) When I get older,

I will be there at you side.

To remind you how I still love you (…)”

[Love of my life - Scorpions]

Jornalismo – UEPG – 2008

Turma - Jornalismo 2008 - UEPGHá um ano, todos entregávamos o nosso TCC. De uma maneira ou de outra. Saudade disso tudo! =)

Uma vida apaixonada

Auto-retrato

Tenho várias idéias de como começar esse texto. Nenhuma delas me parece ser plausível ao que meu auto-representa. Talvez porque eu realmente queira escrever absolutamente tudo, de uma vez só, e isso não fica bem em um auto-retrato – já que para se conhecer alguém, necessita-se conhecer além do todo – as partes.

Meu auto-retrato tem uma das cores mais fortes que existem – e uma das mais vibrantes também: o vermelho. Isso, acredite, é estranho para uma pisciana já que as cores são ametista, lilás e azul – cores bem mais tranqüilas e pacificadoras. Porém, o vermelho é a cor que me representa porque é quente, ativa e estimulante. Tenho essas características comigo já que sou sempre participo de vários eventos e sempre busco agregar outras pessoas comigo.

O vermelho também ajuda na minha confiança em mim mesmo, na coragem e numa atitude otimista diante das coisas que necessito fazer. Não uso em excesso para parecer vulgar ou até mesmo enraivecida. Uso na medida certa para parecer o que realmente sou: romântica e apaixonada.

Falar de mim mesma nunca é, nem foi, nem será uma tarefa fácil. Mas a foto que fiz ajuda bastante. Nela existem – fora o vermelho – a aliança de compromisso, a máquina fotográfica e o livro.

A aliança faz jus ao meu “namorido” com quem compartilho as coisas há oito meses. Sei e sinto que ele é minha alma gêmea, mesmo nos dias mais intempestivos. Amo-o muito e sei que ele tem me feito ser uma pessoa melhor.

A máquina diz tudo: sou apaixonada por fotografia desde que me conheço por gente. Viver, sentir, trabalhar com isso é realmente gratificante. Sempre onde vou, existe uma máquina por perto – seja ela compacta como a da foto, seja a profissional ou até mesmo às câmeras do celular. Deixar os momentos registrados fazem com que entendamos um pouco do quebra-cabeça da vida.

Já o livro mostra um dos meus passatempos preferidos: ler. Independe de lugar, de conteúdo. Importa ler, adquirir um pouco de bagagem cultural e viajar por esse mundo fantástico. A foto mostra também meu autor favorito: o jornalista uruguaio Eduardo Galeano. Tenho muitos livros dele e sei que ainda vou completar a coleção de livros publicados no Brasil.

Existem mais coisas das quais gosto, mas que acabei por deixar fora foto. São elas: viagens, amigos, filmes e músicas. Mas estão todas aí comigo porque fazem parte do que eu fui, sou e serei.

Num belo dia (por ela)

Num belo dia, ele veio conversar comigo no MSN. Eu não fazia a mínima idéia de como ele tinha aparecido na minha lista de endereços, mas enfim. A conversa foi legal, ele era divertido. Me prometeu um livro depois de -provavelmente – a gente discutir sobre literatura. Eu só precisava convida-lo pro meu aniversário. Não aconteceu e perdemos o contato por um bom tempo.

Num belo dia, ele voltou a conversar comigo e foi como se não tivesse passado uma semana do tempo, embora a minha situação amorosa apresentasse um quadro totalmente diferente. Banquei a consultora sentimental dele, mas sempre escondia o que eu mesma sentia. O tempo passava, e o gosto de conversar com ele também. Porém, perdemos novamente o contato, por inúmeras correrias (e eu, sei lá porque achava que ele era de Curitiba, acho que é porque ele me falou da menina de lá). Senti falta dele, das conversas, de como a gente se relacionava. Era uma sintonia inexplicável, desde então. E aí, finalmente, voltamos a conversar.

Num belo dia, percebi que havia ganhado um amigo. E eu pouco lá me importava que nunca tivesse cruzado com ele na vida, a não ser nas ondas cibernéticas. Ele, estranhamente, fazia com que eu soubesse que poderia contar com ele, para todos os momentos. Amigos-irmãos? Eu arriscaria além, almas gêmeas, tampa da panela ou metade da laranja. É… acredito que sejamos isso mesmo.

Num belo dia, marcamos de nos encontrar para ele (finalmente) me dar o livro. Mas eu já comecei mal, chegando quase meia hora atrasada (mas eu avisei do atrasado!). Quieto, só me observava. “Seus olhos parecem de rapina”, disse. E até hoje, quando ele olha de cantinho, tenho essa impressão. Mas eu gosto. Naquela mesma tarde, ele me fez caminhar longamente, numa tarde encalorada – e confesso, que nem me importei. A companhia era ótima e embora eu falasse (bem) mais do que ele, o passeio foi adorável. No banco onde terminamos nossa caminhada, senti uma sensação esquisita, um frio na barriga. As anteninhas haviam sido ligadas.

Num belo dia (ou numa bela noite), saímos. Provavelmente teríamos ficado se não tivessem acontecido incidentes (com outras pessoas) no meio do caminho. Mas lembro da companhia. E assim aconteceram todas as vezes que saímos, o carinho aumentava, o desejo de estar junto, beijar e abraçar também, mas não havia como porque a nossa amizade era imensa. O nosso medo de arriscar era grande.

Num belo dia, ele esteve comigo no dia mais doloroso da minha vida. Desde a chegada dele no ambiente, não desgrudamos um minuto e tudo que eu queria era ficar ali, ao lado dele. Não há palavras que possam traduzir a imensa gratidão por aquele dia, inesquecível.

Num belo dia, os apelidos carinhosos surgiram. Assim como as cantadas, as indiretas e as diretas mesmo. Era nossa forma de expressar o que sentíamos, de expor a nossa alma, de deixar evidente algo que todos ao nosso redor tinham percebido – enquanto nos fazíamos de desentendidos e morríamos de ciúme um do outro. Mas o medo persistia e fazia que nós nos avaliássemos, que tivéssemos certos do que queríamos. Ele havia me conquistado, eu queria estar perto daqueles olhos, queria estar junto dele.

Num belo dia, jogamos tudo pelos ares. O beijo aconteceu e foi lindo. Todo nosso amor, carinho e compreensão foram colocados nele. Confirmamos a paixão e o desejo, que existia antes, bem antes. E ele se fez absolutamente necessário no meu dia-dia, que tem sido melhores desde sua chegada. Eu o amo e ele me faz bem.

Num belo dia, fizemos o amor. Inesquecível. Ainda posso sentir a moleza do meu corpo, de lembrar o sorriso da minha cara. A nossa conexão estava mais do que estabelecida, tínhamos cumplicidade, amor, carinho, companheirismo. E por isso que o medo era tão grande, por isso existia o medo de arriscar. Um amor para a vida que se seguia. Um amor para toda a vida que se segue.

Num belo dia, paramos de afirmar que éramos só amigos coloridos. Que o que estava dentro de nós, era amor.  Depois das coisas que vivi e do que experimentei ao lado dele, não vejo pessoa mais certa do que ele para passar o resto dos meus dias. Consigo nos ver em nossa casa, com os filhos e mais além netos. Como se nunca houvesse existido outra pessoa.

Num belo dia, resolvi fazer a minha versão da nossa história e contar que o nome desse garoto tão adorável é André, que por vezes chamo de Deh, Muôr ou Broto, mas que no meu íntimo chamo-o de “amor da minha vida”.

( Num belo dia – por ele – em: http://pontosaponderar.blogspot.com)

Semana passada, fez quatro meses de morte do meu pai. É… o tempo passa e cada dia é mais complicado lidar com a ausência, pelo menos foi a conclusão que eu cheguei. Eu escrevi um texto pra colocar aqui, mas não tinha conseguido digitar até então.  Reler o texto pra postar é o mais difícil, ao que me parece. Bem, o que importa mesmo é que o que eu queria dizer é mais ou menos o seguinte:

“O que tenho pra te contar…

Saí da natação, esses dias, apressadamente. Tinha que ir pra igreja e estava atrasada. Pensei em ligar pra casa pra avisar que não se preocupassem… que depois de da celebração, eu passava em casa… Não passava antes porque não ia dar tempo, que fazer se resolveu me dar cãimbra logo na saída da piscina?

Então me dei conta de que não poderia fazer isso. A mãe tinha saído e você pai… bem, apesar de estar sempre lá, não poderia atender o telefone. Não que não tivesse vontade, mas não teria como. Doeu tanto pensar isso, chegou a me faltar ar…

Sinto sua falta desde aquela madrugada. Nos primeiros dias, não foi tanto. Mas o dia-a-dia tem sido cruel. Cada vez que entro em casa, penso que vou ouvir sua voz – nem que seja pra brigar. O silêncio é a minha resposta – às vezes interrompido pelos latidos da Pituca. Do meu quarto, juro escutar o som da TV misturado ao do liquidificador onde você preparava o suco de limão (meu preferido, você sabe…). Até levanto pra ter certeza de que você não está lá… A sensação é de um pesadelo e só o seu abraço faria passar o medo que tenho sentido.

Sabe pai… queria muito você aqui hoje. Tanta coisa me acontece. Lógico que você sabe e acompanha, mas eu queria mesmo é poder te contar. Contar que eu gosto muito do que eu faço, que é a melhor profissão do mundo, apesar dos apuros… Sei que não era o que você queria, mas aposto que você ia achar o máximo me ver trabalhando com a máquina que você me deu, fotografias boas viu?

Queria contar que nos dias da formatura faltou seu abraço. Você estava lá, como sempre, mas eu não tinha como te tocar e nem te ouvir dizendo: “Preta, parabéns, agora vê se cria juízo”. Tio Lando dançou bem até que valsa mas você dançaria melhor, sei disso.

Queria te contar que depois de muito tempo, muito tempo mesmo, entreguei meu coração pra um rapaz especial. André, o nome dele. Cuida de mim sabe? A gente não tem idéia de como isso vai terminar (aliás, talvez – e eu desejo que – nunca termine…). Mas eu tô amando e a sensação é ótima…

Ele lembra um pouco você pai… Meio quietão, mas em momentos precisos (e preciosos) está do meu lado. Foi assim em 29 de janeiro quando vocês se cruzaram (mas ainda éramos só amigos nessa época).

Queria dizer também que a relação com a mãe tá mesmo jeito de antes, tirando o fato de que o ponto de equilíbrio entre nós (você), não tá mais junto de nós. Eu a amo muito, apesar de tudo, e vou procurar ser mais parceira dela. É difícil, mas eu posso tentar…

Queria, agora, te fazer um pedido. É meio doideira, mas… quando a Alice nascer, mande seu olhar pra ela, manda? É que assim vou dormir mais tranquila, sabendo que poderei te encontrar, de uma outra forma, mais ainda sim um encontro…

Te amo imensa e infinitamente”

Sim, a vida tem sido meio corrida nesse tempo. Agora que as coisas começam a voltar aos lugares de origem. Quanta falta você faz. E isso, é só o começo. Mas logo falarei de você pai sem sentir dor, apenas uma saudade imensa…

Uma coisa, pelo menos, eu tenho certeza, eu tenho o melhor pai do mundo, independente de qualquer coisa ou situação.

Amores da minha vida

Como ontem e hoje…

Tem dias, como ontem e hoje, que acordo mais pra você do que pra mim. Isso é fato. Pode parecer estranho, mas é a mais pura verdade. E são exatamente nesses dias que eu mais agradeço por você ter um dia cruzado meu caminho. Porque, sendo bem sincera, agradeço sempre.

Tem dias, como ontem e hoje que acordo, com uma vontade quase desesperada de apertar o aperto mais apertado, de beijar o beijo mais beijo e sentir o cheiro mais cheiroso de você. Em dias assim, me vejo misturada com você. Nossos cabelos, peles, mãos e braços tornam-se algo que não há como saber onde um termina e outro começa…

Tem dias, como ontem e hoje, que acordo com uma vontade insana de gritar para todo mundo que eu te amo. Dias que quero escrever os meus textos mais cheios de nós, que minha boca resolve cantar as baladas mais românticas que conheço, que as fotografias tiradas precisam ser as mais bem enquadradas, as mais perfeitas. Somente assim lembrariam a nossa história que, com todas as imperfeições e incapacidades, tornou-se a mais divertida e bela história de amor, que sequer imaginávamos viver.

Tem dias, como ontem e hoje que qualquer programação ao seu lado vale a pena porque o que realmente importa é estarmos juntos.

Tem dias, como ontem e hoje, que são exatamente como ontem e hoje, e que não quero, nem vejo motivos para serem diferentes.

Devaneios

Coração pulsando, mente a mil. Lembranças. Risos. Sonhos. Desfeitos todos. Reconstruídos, vividos, festejados. Coração acelerado. Que saudade é essa que tenho do que ainda não vivi? Que angústia é essa em ser maior do que realmente estou?

Cadê você? E o ombro, e o abraço? Aliás, onde estou? Não me reconheço nesse lugar. Ele é tão colorido. Muitas cores vivas, outras nem tento, mas todas flutuantes, todas batem no ritmo do meu coração. Ou seja, não tô conseguindo distinguir nada. Será que já consegui? 

O sopro do seu hálito no meu ouvido me faz ter arrepios. Eles vem lá do pé e chegam na ponta do cabelo. Rio. Rio da vida. Rio com você. Suspiro.  Hey, sai pra lá, ar, preciso. Preciso porque posso ficar asfixiada. Exagero? Talvez. Mas vai que cola? 

Costume, maldito. Poderia não tê-lo. Seria mais fácil, mas menos poético. Por que gosto de romance mesmo? É, acreditei desde sempre em contos de fada, vai ver uma hora me acontece um. Se bem que é, vivo um agora. Difícil? Um pouco, mas perfeito cheinho de imperfeições.

Lembranças. Amigos. Que coisa. A vida passa tão ligeiro. Volta no tempo, avança no tempo, pára no tempo, vive o tempo. É, vale a pena.

De olhos fechados, deitada no sofá de casa, ela escutou o piar dos pássaros. Sorriu. Não pode deixar de perceber que aquele som era o da sua alma. Uma melodia incessante e que não a deixava nunca desde que eles se conheceram…

Claro que alguns meses antes essa música (agora ela tinha certeza de que era uma música natural) tocava em outro ritmo. Não sabia distinguir muito bem na época, portanto, achou que parecia um samba, animado, cheio de risos e molejos. Mas bem que podia ser um tecno. Pela preferência pessoal, optou pelo samba.

Então, o samba  virou tango, sem deixar de passar  e conhecer o bolero, a valsa, a salsa e o merengue. Obviamente esteve presente, cinco vezes na noite,em ritmos sertanejos. Era tudo “louco, bagaceiro” e ninguém poderia segurar, portanto, resolveram se deixar levar.

Que maravilha, pensava ela, poder apreciar e dançar todos esses ritmos com ele. Sentia-se flutuar pelos lugares. Sentia-se flutuar mesmo que estivesse sentada na frente do computador, cheia de coisa para fazer. Não tinha importância nem mesmo a mãe  reclamando do encontro romanesco dos dois…

Nesse momento suspirou. Era impossível segurar e controlar. Como estava feliz! Percebeu então que era hora de levantar e ir para o ponto de ônibus, esperar o transporte para o trabalho. Abriu a porta de casa e então sentiu o vento tocar seu rosto.

Mas ele não lhe agredia, cortava ou agredia, como em outros tempos. Pelo contrário, tinha um frescor revigorante. E ao mesmo tempo (olha que paradoxo!) era cálido, aquecendo-a.  Em um sorriso dado entre lábios, um pensamento se fez fixo: aquele vento podia ser traduzido, em sua vida, como o amor.

Riu-se. Parecia mais um desses chavões que se encontram por aí, mas ela ouvira em um filme. “Nosso amor é como o vento, não se pode ver mas podemos sentir”. Agora sabia que nem sempre podia sentir ou perceber, mas havia uma certeza que ele – o amor – estava ali, do princípio e iria com ela até o fim.

Olhou a paisagem que agora passava diante de seus olhos. Viajava em pensamentos, o brilho no olhar demonstrava isso. Começou a ver toda a sua vida, em frames fotográficos, alinhados e em movimento como em um filme. Calma, ela não estava à beira da morte. Às vezes tinha dessas, de ficar analisando a vida.

O detalhe que a prendia às últimas cenas era a sua serenidade perante as diversas situações. Parecia mais forte, mais madura, embora seu espírito fosse aberto, cheio de aspirações. Importante dom para continuar na caminhada. Notou, de repente, que assim como não conseguia ver toda a paisagem, também não via todo seu filme particular.

Sentiu um frio na barriga. Riu da sensação. “Que bom”, pensou. ” O suspense me agrada e me permite imaginar diversas possibilidades…”.   Mas, apesar das incertezas que a seguiam, não ficou alarmada. Sentiu-se forte. Independente do que, seria inesquecível, inabável e eterno.  Quem diria o contrário?

Não estou poesia…

Uau. Sempre na correria.  Nunca consigo parar direito aqui… pelo menos, no meio de tanta turbulência. Fica difícil pensar (ou será que sou eu que evito?). Enfim,  acho que vocês imaginam mais ou menos como é a vida de uma recém-formada, que é jornalista responsável de um jornal que só tem uma jornalista (eu mesma) e que ainda tem que lidar com a ausência do pai, que partiu dessa para melhor (e que faz uma falta danada todos os dias, cada vez mais e mais).

Também entendem que a vida é mesmo uma caixinha de surpresas! (hahahaha, lembrei de um vídeo no Youtube do Joseph Climber). Numa bela manhã de sol, quando menos se espera as pessoas ressurgem e te fazer morrer de rir. Não pelo fato de serem engraçadas (ou também). Mas pelo fato de serem esquisitinhas… vai entender né?

Bem… a situação é que sou uma pessoa pensante, pensante, pensante… penso, penso e canso de pensar. E aí fico imaginando e bolando mil e uma situações e histórias comigo. Elas são de vários gêneros: drama, aventura, ação e, obviamente, romance. Mas eu não tenho lá muito sorte com isso, resolvo viver minha vida, com as pessoas MÁRA que são me colocadas no caminho e dos momentos pequenos…

Eu ia relatá-los aqui… mas eu não ia sair do jeito que eu sinto. Não agora, não hoje. Quem sabe depois… Por hora, fiquem com “queredeiras”…

Termino por aqui. Não estou poesia, quero mais é uma prosa, daquelas longas, debaixo de uma grande árvore, de um céu bem azul, em um dia ensolarado… quem sabe, sob os braços, uma viola, uma moda e um chima. Nada mais convidativo, não acham?

ps:Esse post tá parecendo um diário. Mas que blog que não deixa de ser um, não é mesmo?

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